“ O contato direto com a natureza na infância tende a surtir efeitos positivos e duradouros, que se refletem nas atitudes ou no comportamento dos adultos em que as crianças se vão tornar. Foi o que descobriram duas pesquisadoras da Universidade de Cornell”
(Nancy Wells e Kristi S. Lekies).
Regulamento Interno CrecheCom um funcionamento entre as 08h e as 19h, e mensalidades calculadas de acordo com o rendimento familiar (Acordo de Cooperação com o Instituto da Segurança Social, IP) a creche TorreGuia tem uma lotação para 38 crianças. Num edifício térreo, projeto do Arqtº Gonçalo Salazar de Sousa, e, com um ambiente familiar acolhe crianças até aos 3 anos de idade, dispondo de berçário, sala parque e sala de transição.
Regularmente, realiza encontros de e para pais, enquanto espaço de partilha de saberes e preocupações. Com cozinha própria e ementa adaptada a bebés e crianças pequenas.
A creche surgiu em 2002 para apoiar as famílias no acolhimento de crianças, contribuindo, em condições de segurança, para a continuidade dos cuidados e decisões educativas dos pais, proporcionando experiências diversas com intencionalidade educativa adequadas ao integral desenvolvimento das crianças. Contribui para a conciliação da vida familiar e profissional. Assegura um atendimento individual e personalizado em função das necessidades específicas de cada criança. Colabora na prevenção e despiste precoce de situações de atraso, alterações ou perturbações que as crianças possam revelar apoiando no seu encaminhamento. Para um apoio mais eficiente e eficaz, a creche trabalha em articulação com serviços de saúde, educação e proteção da comunidade.
"Brincar não é só um direito é uma necessidade.
Brincar não deve ser uma imposição mas uma descoberta.
Brincar / jogar não é só uma ideia é uma vivencia.
O jogo não é um processo definido é um processo aleatório.
Jogar / brincar não é só incerteza é uma forma acrescida de ganhar segurança e autonomia."
(Carlos Neto).
Regulamento Interno de Creche FamiliarA creche familiar da TorreGuia é implementada por um grupo de amas, selecionadas através de provas criteriosas e com formação inicial proporcionada pela TorreGuia. As amas cuidam de crianças nas suas casas, com apoio e supervisão da equipa pedagógica da TorreGuia, proporcionando bem-estar e desenvolvimento, num ambiente familiar e afetuoso.
No máximo, são acolhidas 4 crianças até aos 36 meses em cada ama. O horário de funcionamento é entre as 08h30 e as 18h30.
Os almoços servidos às crianças são distribuídos diariamente, a quente, em casa das amas, entre as 11h e as 12h.
As crianças têm ao seu dispor dois espaços distintos: uma zona reservada para lazer e brincadeira e outro espaço destinado ao repouso e refeições, equipados de acordo com as idades. Todas as áreas são dotadas de espaço, higiene e segurança adequadas ao seu desenvolvimento.
É a sala de acolhimento inicial dos bebés e tem uma capacidade de 8 crianças. Pode integrá-las ao longo do ano de acordo a sua idade, simultaneamente procede à transição de algumas crianças para a sala seguinte, adequando o seu funcionamento ao ritmo de desenvolvimento dos vários bebés que a frequentam.
A sala integra regularmente um grupo de até 16 crianças entre os 12 e os 24 meses. Na Sala Verde existem vários espaços organizados, onde as crianças têm a possibilidade de explorar livremente um vasto conjunto de espaços/materiais e com os quais, usando a imaginação aprendem de forma mais saudável - através da brincadeira. Pretende-se que as crianças organizem a sua aprendizagem assumindo uma atitude autónoma.
A sala integra regularmente um grupo de 18 crianças entre os 2 e os 3 anos, O espaço da sala está dividido em áreas de interesse onde as crianças podem encontrar materiais adequados às suas idades, aos seus interesses e necessidades. Nestas diferentes áreas as crianças podem realizar explorações livres sozinhas ou em grupos, com ou sem a intervenção direta dos adultos e ao seu próprio ritmo. Todo o ambiente procurará sempre facilitar a ocorrência de experiências significativas para as crianças, em diferentes domínios do desenvolvimento, favorecendo a sua autonomia, iniciativa e individualidade.
A Nanda, como é conhecida por aqui, foi há uns anos para o berçário e nunca mais de lá saiu, por isso podemos dizer que ela gosta a sério dos bebés! Está sempre calma e bem-disposta e todos os pretextos servem para uma boa piada para alegrar a malta. No entanto, nem pensem em fazer as coisas às "três pancadas" ou de forma injusta senão terão a Nanda à perna.
A Mónica é uma das pessoas mais calmas e silenciosas da TorreGuia e, por ela, está sempre tudo bem! Só se zanga um bocadinho quando o seu filho mais velho faz alguma das suas tropelias mas, nem assim, deixa de dar miminhos a todas as crianças.
A Rosário adora dançar com os meninos. Gosta de dar miminhos, mas também sabe dizer “não!”. É amiga e carinhosa e a nossa “mãe galinha” tão atenta que está sempre a todos.
A Sara nasceu para estar perto de crianças e, apesar de ter entrado recentemente na equipa, já todas a adotaram! É, talvez, a pessoa mais doce que conhecemos e os seus olhos dizem tudo quando dá mimos aos meninos.
Com os meninos a Soraia é super organizada a anda sempre à procura de informações e novas ideias que lhe permitam fazer mais e melhor.
À Teresa atribuímos o papel de "nossa" mãe! Preocupa-se com todos como se fossem seus filhos e nunca deixa de dar mimos aos bebés. É um poço de calma e serenidade, mas quando algo não está bem a Teresa esforça-se ao máximo para resolver o assunto.
Ser ama é já hoje oficialmente uma profissão legalmente reconhecida (Decreto-Lei n.º 115/2015, de 22 de junho).
A Creche familiar é um serviço de amas, uma solução com maior cariz familiar, de proximidade, num espaço dimensionado para os mais pequeninos e com o enquadramento técnico da equipa de profissionais da creche da TorreGuia.































A Glória é ama desde há tanto tempo que já nem lembramos. A sua vida é com crianças e gosta mesmo de brincar, cantar e passear com eles até ao jardim ou à ludoteca. Até o seu gato, o Prince já vive para os meninos, sempre sentado no parapeito da janela a olhá-los ternamente.
Ser ama é uma coisa que a Teresa aprendeu com muito gosto. Mudou a sua casa, convenceu toda a sua família e recebe pais e meninos com muito afeto e dedicação. O pior mesmo é quando termina o ano letivo em que as lágrimas aparecem, mas todos a visitam com carinho.
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